Segundo Infosiga região também teve redução de nos sinistros com vítimas não fatais no último mês

A região de Jundiaí registrou queda no número de mortes no trânsito em janeiro deste ano, segundo dados do Infosiga, plataforma de estatísticas gerenciada pelo Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP). Várias cidades, como a própria cidade de Jundiaí registrou a redução dos números ligados ao trânsito. Por exemplo, em janeiro deste ano, foram 3 óbitos, contra 5 registrados no mesmo período de 2025, redução de 40%. No acumulado de janeiro de 2025 a fevereiro de 2026, foram 75 óbitos e 1266 sinistros (acidentes de trânsito), contra 74 e 1531 sinistros em 2025. Atualmente, com uma frota de 372 mil veículos e uma população de 452 mil habitantes, o município tem um percentual de mortalidade da ordem de 2,31% para cada 10 mil habitantes. A maior mortalidade neste período de 2026, foi de motociclista, com dois registros.  Não houve morte de pedestres.

Já a cidade de Campo Limpo Paulista se manteve instável em relação ao número de óbitos no trânsito, ou seja, entre janeiro e fevereiro deste ano, a cidade registrou apenas uma morte. Ainda assim, um aumento, pois no mesmo período de 2025, não houve óbitos. No geral, foram 14 óbitos no período e 116 sinistros, contra 11 no período de janeiro de 2024 a fevereiro de 2025. A cidade, no entanto, não registrou morte de pedestres.

Na Região Metropolitana de Jundiaí (RMJ), a cidade de Várzea Paulista foi a que registrou maior redução de mortes no trânsito: 66%. Com apenas um óbito registrado em janeiro deste ano, dois a menos que janeiro de 2025. A redução chega a 50% em relação a motociclistas, pois em 2025, foram dois e este ano, apenas um. No total, o município registrou apenas 9 mortes no período de fevereiro 2025 – janeiro 2026, além de 190 sinistros. O número é menor que no período de 2024 a 2025, quando apresentou 12 óbitos e 263 sinistros. Com uma população de mais de 116 mil habitantes, a cidade possui uma frota de 74 mil veículos e um percentual de 4,74% de fatalidade no trânsito e uma taxa de óbito de 1,21% para cada 10 mil habitantes.