Centro de Valorização da Vida (CVV) de Jundiaí já atua há 49 anos como uma importante central de escuta humanizada.

Muitas vezes, uma pessoa que está passando por um período difícil e necessita de um ‘ombro amigo’ e nestas horas, estar presente para ouvir esta pessoa, pode fazer toda a diferença. Este é o espírito da Campanha Setembro Amarelo que reforça a importância da prevenção, da valorização da vida e do cuidado com a saúde mental, principalmente neste período de muita turbulência diante de um mundo cada vez mais corrido. A campanha traz como tema “Escutar é estar presente”, uma mensagem que chama a atenção para a importância de estar disponível para ouvir e acolher quem atravessa um momento de sofrimento emocional. E o que é mais importante: ouvir com atenção, respeito e sem julgamentos, sobre o que ela tem a dizer. Na avaliação de especialistas, a escuta acolhedora pode representar um primeiro passo para que alguém em sofrimento encontre apoio e perceba que não precisa enfrentar esse momento sozinho, pois tem pessoas e entidades, como o Centro de Valorização da Vida (CVV), que é um espaço seguros para falar sobre sentimentos e dificuldades.

‘Você não está sozinho’

Com uma atuação voltada ao apoio emocional e prevenção do suicídio, voltado às pessoas que buscam ser ‘ouvidas e acolhidas’ em momentos de vulnerabilidade emocional e de dificuldades, o Centro de Valorização da Vida (CVV) de Jundiaí que já atua há 49 anos como uma importante central de escuta humanizada. O atendimento é aberto a pessoas de todas as idades, desde crianças até idosos. As ligações são gratuitas, sigilosas e anônimas e não é necessário estar em uma situação de crise para procurar o serviço. O serviço atende pelo telefone 188 também funciona por e-mail e pelo chat disponível no site do CVV.

Suicídios

O suicídio é considerado um problema de saúde pública. No Brasil, são 15.507 casos por ano (MS/2021), uma média de 42 suicídios por dia. Para cada suicídio, estima-se que 25 pessoas façam uma tentativa e muitas mais pensam seriamente nele. Entre os jovens de 15 a 29 anos, o suicídio aparece como a quarta causa de morte mais recorrente, atrás de acidentes no trânsito, tuberculose e violência interpessoal (OMS/2019).